Explicação para a minha paranóia
19/agosto/2003 Postado em Sem categoriaPara aqueles que não entendem porque eu sou tão paranóico quanto a jogar papéis no lixo (eu normalmente os rasgo em pedaços minúsculos e divido por diferentes latas de lixo, como vocês já viram em um post antigo), eis uma provável explicação.
Isso foi em 1997 ou 1998, quando eu ainda estudava no Promove, estava na oitava série ou no primeiro ano. No final da aula, vi no chão da sala um bolinho de papel rasgado. Claro que na minha falta do que fazer e desespero para preencher meu tempo livre, guardei os pedaços e montei em casa. Descobri essa conversa entre dois colegas meus, o Marcos (vulgo Frank) e a Caroline Priscila. Acho que depois daquele dia eu sempre acho que tem algum à toa mexendo no meu lixo e procurando meus canhotos de cartão de crédito, envelopes de correspondência com meu nome e endereço, cheques que errei, etc.
Eu achei o bilhete mencionado acima na minha arrumação monstro do meu quarto. Agora que o scanner tá no meu quarto, vou postar algumas coisas que achei aqui nos “escombros”